Como escrito na minha última publicação, uma irmã da minha bisavó Eusébia casou e foi morar para as Carvalhas. Fiquei curioso e quis saber se ela tinha deixado descendência que, provavelmente teria vivido na primeira metade do século XX. Pesquisei o livro dos baptismos, a partir da data do seu casamento, e encontrei o assento de baptismo do seu primeiro filho, de seu nome IGNÁCIO.
Pode e deve ter havido mais filhos, mas por agora não se justifica que eu parta à sua procura, pois a ideia era apenas saber se esta "tia" tinha casado e onde ficara a morar e isso está confirmado. Casou em Macieira, como era tradição à época, e seguiu o seu marido para a terra onde ele morava, ou seja freguesia das Cravalhas, lugar das Almas.
Este meu parente, primo da minha avó Maria e, portanto, meu primo também, deve ter usado o apelido do seu pai (Vale) e, no caso de terem seguido as normas desse tempo, deve ter herdado também o apelido Alves da sua mãe, ou seja, passou a ser o Sr. Ignácio Alves do Vale.
Nos averbamentos à margem do seu assento de baptismo, pode ler-se que casou em 1902 e faleceu em Setembro de 1920, mês em que completou 42 anos de vida. Fico a pensar o que o fez partir tão cedo desta vida presente. Uma doença grave? Um acidente de trabalho? Nunca o saberemos! Se um dia me sobrar o tempo continuarei as pesquisas para descobrir se ele teve ou não mais irmãos.




