Nas últimas 4 publicações, publiquei os nomes de todos os meus antepassados directos da linha materna até onde eles são conhecidos, isto é, constam dos Registos paroquiais que começaram a ser feitos a partir do fim do século XV ou início do século XVI.
A última dessas publicações refere-se ao meu trisavô Joaquim, pai da minha bisavó Eusébia e avô da minha avó Maria que foi minha contemporânea e que foi ainda quem me criou, desde que nasci até ir para o Colégio de Cernache.
Como a minha avó Maria só teve uma filha, a Rita que foi minha mãe, nada mais me resta para contar. Os meus tios da segunda, terceira e quarta geração são muitos, mas pouco descobri a respeito deles. Hoje, o Registo Civil já guarda mais dados sobre as pessoas, mas naquela altura bastava uma pessoa mudar de residência para se perder o rasto dela.
Casar ou morrer eram registos da nova freguesia para onde essa pessoa fosse morar e só depois de criado o Registo Civil, em 1911, isso começou a mudar. Os livros que até aí eram propriedade dos párocos, ficaram na posse da Conservatória e as alterações de estado começaram a ser anotadas, à margem do registo de baptismo.
Eu tive que folhear muitos desses livros à procura dos meus parentes que foram para fora ou de fora vieram para Macieira. Como aconteceu com a Maria Álvares da Silva que veio de Goios casar com o meu avô Manuel Ferreira, cujos pais eram de Gueral e os avós de Negreiros. Ou a Hilena de Souza que veio de Balazar para casar com o avô José Álvares Ferreira.
Por isso, dou por terminada esta fase das minhas publicações e, de futuro, passarei apenas a mencionar alguns casos especiais de que, por um ou outro meio, venha a tomar conhecimento.

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