Já uma vez aqui falei dos apelidos. Na imagem acima podem ver-se 12 gerações dos meus familiares, começando no avô Pedro que usava o apelido de Araújo e acabando na Raquel que é minha neta e usa o apelido de Silva, o qual recebi do meu avô paterno e transmiti ao meu filho Marco que é o pai da Raquel.
Quatro gerações usaram o apelido de Araújo, até o avô Jerónimo o mudar para Ferreira que era o apelido de seu pai. Um tanto estranho, pois à data era costume dar aos filhos o apelido da mãe que neste caso seria Alvares. Aliás, como se pode ver pelo casamento do avô Joaquim que perdeu o seu apelido em favor da mulher que iniciou a era dos Souzas na nossa família, a qual durou até ao casamento da minha mãe com um Silva. Depois da implantação da república, em Portugal, era norma os filhos receberem dois apelidos, o primeiro da mãe e o último do pai. Assim eu me tornei Alves da Silva
Uma vez que eu só tive um filho homem ( Marco) e ele apenas uma filha (Raquel), o apelido Silva termina aqui. Se a Raquel se interessar por estas coisas, cabe-lhe a ela completar este mapa geracional, acrescentando-lhe o apelido do pai dos seus filhos, se os vier a ter.
Embora tenha pouco interesse, porque não é utilizado, deixo aqui uma lista dos prefixos a antepor á palavra avô para definir a geração:
Bis-avô
Tris-
Tetra-
Penta-
Exa-
Hept-
Oct-
Ene-
Dec-
Endec-
Dodec-
Trisdec-
E por aí fora. Sendo, portanto, Pedro de Araújo o endecavô da Raquel.

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