Quero deitar ao lixo uma série de apontamentos que tenho aqui e vou fazer desta espaço uma espécie de arquivo para o caso de ter que recorrer a esses dados mais tarde.
David, o filho mais velho do nosso bisavô João, não sei por onde andou nem quando morreu.
António, o segundo filho e meu avô materno, morreu em França, por volta de 1980, e sem família que se conheça.
Cândido, o terceiro, tal como o David também se esfumou.
Maria Roza, a quarta por ordem de nascimento, acredito que tenha ficado em Santa Eulália e deixado lá família, mas ainda não tive oportunidade de esclarecer isso.
Geremias, o quinto filho, veio para a Póvoa, casou e teve uma única filha, tanto quanto consegui saber, e dela um neto e um bisneto que ainda aqui moram.
Joze, o sexto, emigrou para o Alto Douro Vinhateiro (Alijó-S.João da Pesqueira) e por lá viveu, falecendo em 2 de Janeiro de 1973.
Manoel, o sétimo, seguiu os outros dois irmãos no caminho para a Póvoa, aqui casou e formou família, que ainda não consegui localizar, e faleceu em 25 de Fevereiro de 1982.
Alzira, a oitava na ordem de nascimento e segunda filha, rumou ao Porto e dela nada descobri a não ser que faleceu em 9 de Fevereiro de 1990, conforme reza o seu registo civil.
Júlio, o mais novo de todos, também não quis ficar confinado ao concelho de Barcelos e rumou a Lisboa, onde veio a falecer em 28 de Julho de 1968. Na freguesia dos Anjos, lugar que eu conhecia bem, podia ter-me encontrado com ele, quando regressei de Moçambique, se soubesse que ele lá vivia.

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